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Até hoje há quem não acredite

Até hoje tem quem não acreditePor incrível que possa parecer, ainda há quem não acredite na internet como mercado potencial de trabalho e fonte de renda. Em países como os Estados Unidos, ninguém mais duvida disso, mas o Brasil, por uma dessas indecifráveis manias persistentes, continua andando sempre atrasado em relação às grandes tendências em âmbito global. Estamos melhorando, mas ainda há muito a progredir.

Uma lição preciosa que vem dos Estados Unidos está nos congressos que são realizados para explanação de técnicas e estratégias de marketing digital. Marqueteiros não se preocupam em ficar escondendo receitas e até mesmo truques de venda, pois têm consciência de que o gigantismo do mercado permite que haja lugar para todo mundo.

Esse “cabe todo mundo” é mais extenso ainda do que se imagina, porque sempre há os que, embora acreditando, não têm a persistência nem a dedicação necessárias e desistem com muita facilidade.

E no Brasil, apesar de lamentarmos o atraso em vários setores, a maneira como os negócios pela internet são encarados acaba, de certa forma, até sendo vantajosa para quem acredita e persiste, pois o mercado ainda se torna maior, exatamente pelo menor número de pessoas que estão se empenhando em obter sucesso.

De nada adianta brigar com os fatos: tecnologia e mundo digital compõem hoje uma realidade da qual ninguém mais escapa. Pode-se lamentar, com saudosismo, da época em que os meninos construíam os seus próprios caminhõezinhos de madeira para brincar, mas hoje a realidade é outra.

Pode-se lamentar que as bonecas de pano, feitas em casa, tenham sido substituídas por diversões produzidas pela tecnologia. Mas até as meninas, que seriam – pelo menos teoricamente – mais avessas à tecnologia, estão mais presas hoje a recursos tecnológicos e, com frequência, são vistas muito mais à frente do computador do que brincando de casinha.

Há quem diga que a história é cíclica: hábitos do passado acabam se tornando moda de novo. Pode ser que isso algum dia aconteça, mas o que prevalece hoje é a tecnologia, queiramos ou não.

O mundo digital hoje é uma realidade inevitável e, mais do que isso, em expansão permanente.

Recente relatório sobre a riqueza mundial revela demanda cada vez maior por serviços digitais por parte de pessoas com patrimônio pessoal elevado – para citar apenas uma face desse panorama global.

Esse relatório constata que a América Latina concentra 7,7 trilhões de dólares disponíveis para investimentos. Segundo noticiário divulgado pelo portal Maxpress, cerca de 70 por cento dos entrevistados do continente esperam que a maior parte do relacionamento com os gestores dos seus bens ocorra digitalmente num prazo de cinco anos.

Essa tendência é mundial, evidentemente. Os serviços digitais acabaram sendo, declaradamente, citados em pesquisas criteriosas, divulgadas por provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, como uma necessidade urgente para atender às demandas de clientes e para elevar a lucratividade do setor de gestão de capital.

O mundo dos ricos, que hoje detém mais tecnologia, quer mais tecnologia ainda. Isso, em certo sentido, chega a ser até mesmo assustador, tornando mais gritante ainda a visão do gigantesco fosso que separa os ricos dos pobres e dos miseráveis.

Assim, enquanto há cidadãos que “não vivem” mais sem tecnologia, há os que “não vivem” porque não têm sequer alimentos ou água para saciar a sede, isto sem falar no incalculável número de municípios no Brasil e no mundo que não contam sequer com estrutura de saneamento básico.

 É uma tragédia que cabe ao mundo político equacionar, em benefício da própria humanidade, que não pode se arriscar em continuar transformando o chamado sistema num mecanismo autofágico com consequências desastrosamente imprevisíveis.

O grande dilema disso tudo é que o mundo, contraditoriamente, caminha para uma situação em que talvez a tecnologia acabe sendo uma das alternativas para buscar soluções para essa realidade tão cruel. Mas isso cabe aos políticos e aos cientistas avaliar para encontrar as soluções.

Nós, empreendedores digitais, temos como certeza que o mercado que nos engloba e que espera pelo nosso trabalho é gigantesco e não comporta mais o atraso que a visão de alguns insiste em propagar, como se não houvesse espaço de sobra para que cada um encontre o seu lugar, com atuação honesta, digna, produtiva e criativa.

 

 

 

 

 

 

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About Gerson Menezes

Gerson Menezes é jornalista, escritor e empresário. Possui uma extensa rede de sites e três canais no YouTube. Em sua carreira profissional ministrou aulas como professor universitário durante 10 anos e atualmente se dedica à atividade de empreendedor digital. Em sua atuação em jornais, revistas, assessorias de comunicação, emissoras de rádio, livros publicados, artigos na internet, já produziu mais de 15 mil textos. Parte dessa produção está em seu site pessoal, no endereço http://www.gersonmenezes.com.br (Acesse em PC/notebook. Não acessível em dispositivos móveis por conter abertura em flash). Essa produção permanece em ritmo acelerado, pois há novos textos de sua Autoria sendo continuamente publicados em blogs de artigos e em sua rede de sites, direcionados a vários nichos de mercado. É também proprietário da empresa Texto e Vídeo Produções. Seu mais novo endereço na internet engloba toda a sua rede e abrange os segmentos de Educação, Motivação, Dinheiro, Saúde, Relacionamento, Mulher, Audiovisual e Turismo. Visite: https://www.pegseuebook.com.br

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