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Colaborar ou competir: diferença fundamental para o sucesso

A pessoa que chega ao serviço com a ideia de que vai “superar o colega” para se dar bem e ganhar um melhor salário ainda vive na era da competição. É aquele sujeito que acha que, para “subir na vida”, é preciso pisar na cabeça do colega. Vê-se com frequência na internet pessoas que não sabem o que dizem passarem a ideia equivocada de que, num negócio pela internet, “só o dono do negócio lucra; os outros só trabalham e não ganham nada”. Apenas quem não sabe nada sobre negócios na internet pensa assim. Quem conhece sabe perfeitamente que esses negócios se sustentam exatamente porque não se baseiam na competição, mas sim na colaboração.

Pense num negócio de afiliados, aquele modelo em que as pessoas lançam um site, oferecem vários infoprodutos e trabalham no sentido de acrescentar pessoas à sua rede de negócios. Ora, um webmarketer que abre um negócio de afiliados pensando apenas em competição está destinado ao fracasso. É algo tão simples de entender que é necessário ser preconceituoso ou destituído de inteligência para não perceber que, quanto mais o dono de um negócio de afiliados ajudar a sua equipe, ensinando-a da forma correta a fazer tudo para obter os melhores resultados, mais ele vai obter lucros e, evidentemente, mais a sua equipe irá ter chances de alçar ao mesmo patamar, porque também estará aprendendo a chegar ao topo. E também é fácil compreender que, a partir desses ensinamentos, esses afiliados também estarão aptos a ganhar mais dinheiro, pois estão aprendendo as coisas certas e colocando-as em prática. E ainda: quanto mais os afiliados ganharem dinheiro, mais o dono do negócio também ganhará, o que significa que o fato de seus afiliados ganharem muito dinheiro é algo extremamente positivo para o dono do negócio. A produtividade e os seus resultados positivos, portanto, passam a ser objetivo de todos.

Haverá quem diga: mas isso também ocorre nas empresas que usam o modelo tradicional: quanto mais os trabalhadores produzirem, e mais enriquecerem o dono da empresa, mais terão possibilidade de ganhos. Pense se é realmente assim. Em primeiro lugar, numa empresa tradicional as pessoas não “lucram”, recebem salários. E normalmente o dono da empresa, quando percebe que seu capital está aumentando significativamente, contrata mais pessoas, que vão receber os mesmos salários, mas que vão gerar ainda mais capital. É lógico que há empresários que pensam de forma mais moderna e que percebem que a distribuição de lucros, por exemplo, incentiva o trabalhador a produzir cada vez mais e, consequentemente, a garantir mais êxito para as empresas. Mas isso infelizmente ainda é raro, exatamente porque a maior parte dos empresários está frequentemente presa a conceitos conservadores e o modelo adotado é o de competição, e não o de colaboração. E mesmo assim as possibilidades de ganhos são menores, porque a remuneração é feita com base no pagamento de salários e, neste caso, de distribuição de lucros. Isto sem contar que os salários normalmente são reajustados apenas uma vez por ano, no máximo com a reposição da inflação, enquanto na internet esse aumento de renda pode perfeitamente acontecer a cada novo dia. E isso depende basicamente de coisas que vamos dizer adiante, neste e em outros artigos.

Poderíamos escrever um livro para mostrar as diferenças a favor de quem trabalha pela internet, mas aí não teremos espaço para citar a outras coisas importantes que precisam ser ditas ainda neste artigo. Há questões básicas que precisam ser entendidas para quem quer trabalhar pela internet. A primeira já citamos: não pense em competição; pense em colaboração. A segunda, não menos importante, é: faça!!!

Quando eu ministrava aulas na universidade, costumava repreender meus alunos que pronunciavam uma velha e desgastada frase: “Mas, professor, eu não consigo…” Eu apelava inicialmente para o fato de esses alunos terem ainda pouca idade e lhes respondia: “Você é uma pessoa jovem demais para dizer que não consegue”. Aliás, na sociedade moderna, nem os “mais velhos” (o que depende mais da cabeça do que do corpo) têm o direito de dizer que “não conseguem”.

Você já percebeu que a maioria das pessoas diz que “não consegue” antes mesmo de tentar? E que, quando chegam a tentar, não se esforçam o suficiente para conseguir? Então, para a pessoa que padece do pensamento parasitário, por assim dizer, a única resposta é: você assim só está deixando claro que não serve para nada e que nunca vai progredir na vida. Mas também é possível dizer: deixe de ser um parasita: faça; e conseguirá. E para as pessoas que pretendem trabalhar pela internet, eu tenho a dizer o seguinte: aprendam, em primeiro lugar. E em segundo lugar: coloquem em prática. O que dá na mesma: façam!!!

Um vasto elenco de opções

 

As  formas de investir capital num bom negócio pela internet são muito variadas e numerosas, isto sem contar que o capital necessário quase sempre é muito baixo. Veja a seguir algumas das inúmeras opções. Você pode optar por começar escolhendo uma delas. Concentre-se. Não fique pulando de uma para outra. Consolide um negócio para iniciar outro. E lembre-se: escolha apenas aquilo que você gosta de fazer, e não aquilo que “dá dinheiro”. Se você tiver como parâmetro apenas aquilo que dá dinheiro, não vai ganhar dinheiro.

 Na internet você pode investir em:

  • Lojas virtuais, dos mais variados segmentos de consumo. Existem várias lojas já montadas, às quais você se associa, normalmente pagando uma taxa mensal, que pode ser por tempo limitado, até você receber o treinamento adequado e começar a fazer sua rede de negócios e vendas, ou então uma taxa que você paga enquanto mantiver a loja. Você também pode optar por ter sua própria loja, com seus próprios produtos, fabricados por você ou por fornecedores específicos, e nesse caso – dependendo do prazo e da forma de entrega – pode ser que precise fazer algum estoque. Mas isso é relativo até neste último caso, porque essa intermediação entre a venda e a entrega pode ser automatizada entre você e o fornecedor do produto. Por exemplo: o cliente compra um produto em sua loja virtual e, em vez de você ter o produto para entrega, você encaminha ao fornecedor o endereço do comprador, calcula o frete e providencia que essa entrega seja feita pelo próprio detentor do estoque. Isso também pode variar um pouco. Se você tiver um produto novo, que está tendo muita aceitação, pode fazer um estoque para garantir que a clientela seja atendida com mais rapidez. Tudo depende do produto e da procedência da mercadoria, além de outros fatores, como prazo de entrega, disponibilidade de veículos para entrega, abrangência de sua clientela. Nada na internet é “estanque”. Mas para tudo se dá um jeito. Desde que, logicamente, de forma bem profissional. Esse é o segredo do sucesso.
  • Tarefas automatizadas, em que você testa jogos ou publica anúncios, ou ainda automatiza a divulgação de páginas em que as pessoas, ao se associarem, recebem determinado valor. Dependendo da forma como isso se “multiplica” (especialmente neste último caso citado), o ganho pode ou não ser expressivo. 
  • Sites de serviços, destinados a profissionais liberais que prestam serviços pela internet. É o mais trabalhoso, o que exige mais a sua presença. Por exemplo: você pode oferecer serviços profissionais de elaboração de textos, ou de revisão de textos. Nesses casos, não vai poder valer-se do “piloto automático” (veremos em outro artigo o que é isso), pois vai ter que “botar a mão na massa”, dependendo do tamanho da clientela e do volume de serviços contratado.
  • Divulgação e venda de infoprodutos que você mesmo elabora, como manuais, softwares, livros especializados (e-books) etc. Dependendo do segmento e da qualidade dos produtos, pode ser a “galinha dos ovos de ouro”. Se você conseguir uma ótima aceitação com um determinado e-book, por exemplo, pode lucrar muito, vendendo um número expressivo de exemplares. O efeito multiplicador do lucro, portanto, torna-se expressivo. É a melhor forma de não precisar transformar “tempo em dinheiro” (veremos isso de forma mais detalhada em outro artigo), pois você pode ter levado, por exemplo, 10 horas para elaborar o e-book, e lucrar com a venda dele por vários anos seguidos. É também o negócio que proporciona um custo baixíssimo, praticamente zero: além de não necessitar fazer estoque, você precisa apenas disponibilizar o link para que o comprador “baixe” o produto, após confirmado o pagamento.
  • Programa de Afiliados (I) – Forma de comércio em que você se inscreve como “afiliado” de um determinado site e ganha uma comissão pela venda dos produtos oferecidos. Há uma diversidade imensa desses sites de afiliados, junto aos quais você se credencia. A grande vantagem é novamente não precisar fazer estoque nem se preocupar com entrega, por exemplo. Você passa apenas a intermediar a venda. Mediante o anúncio ou divulgação desses produtos (em seu site ou blog, ou pelas redes sociais, ou até por e-mail marketing), você comercializa o produto e, por intermédio de um “link” que o identifica como vendedor, você garante a sua comissão.
  • Programa de afiliados (II) – Neste caso estamos nos referindo mais aos programas e aos cursos disponíveis principalmente para quem está começando seus negócios pela internet e precisa adquirir conhecimento. Temos muitos exemplos neste site. O interessado adere a um produto, ou programa, ou curso, já consolidados, e automaticamente tem acesso não apenas aos conhecimentos que precisa adquirir, como também a infoprodutos que pode revender livremente, além de poder revender também o próprio programa ou curso, formando uma rede e ganhando uma comissão por venda. Ele é, portanto, remunerado de várias formas: com a venda dos infoprodutos (muitas vezes com ganho de 100 por cento) ao aumentar sua rede e ao revender, muitas vezes com lucro de 100 por cento, os infoprodutos disponibilizados no momento em que passa a ser um afiliado. Falar-se em “lucro de 100 por cento” parece fantasia, mas isto existe, pois, ao filiar-se a um programa desse tipo, normalmente a pessoa recebe de brinde alguns infoprodutos que pode revender livremente, fixando o quanto quer cobrar e recebendo a quantia em sua totalidade, sem dividir comissões.

 

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About Gerson Menezes

Gerson Menezes é jornalista, escritor e empresário. Possui uma extensa rede de sites e três canais no YouTube. Em sua carreira profissional ministrou aulas como professor universitário durante 10 anos e atualmente se dedica à atividade de empreendedor digital. Em sua atuação em jornais, revistas, assessorias de comunicação, emissoras de rádio, livros publicados, artigos na internet, já produziu mais de 15 mil textos. Parte dessa produção está em seu site pessoal, no endereço http://www.gersonmenezes.com.br (Acesse em PC/notebook. Não acessível em dispositivos móveis por conter abertura em flash). Essa produção permanece em ritmo acelerado, pois há novos textos de sua Autoria sendo continuamente publicados em blogs de artigos e em sua rede de sites, direcionados a vários nichos de mercado. É também proprietário da empresa Texto e Vídeo Produções. Seu mais novo endereço na internet engloba toda a sua rede e abrange os segmentos de Educação, Motivação, Dinheiro, Saúde, Relacionamento, Mulher, Audiovisual e Turismo. Visite: https://www.pegseuebook.com.br

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