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O mundo vai acabar se você não acordar

O mundo vai acabar se você não acordar Você sabe qual é a função da máquina, desde a revolução industrial, ou até mesmo antes dela?

Eu tive um professor que fez essa pergunta numa sala de aula com mais de 60 alunos e só eu respondi. Eu falei meio baixo, porque eu estava sentado na primeira fileira e pensei comigo mesmo que meus colegas iriam achar que eu estava dando uma de metido. Mas é que eles não sabiam mesmo a resposta.

O professor ouviu minha resposta, viu que eu tinha falado baixinho e pediu para eu repetir.

Mas isso já tem várias décadas, como vocês vão saber só de olhar para a minha cara e perceber que eu não cursei o ensino básico há tão pouco tempo.

E o que me assusta é que até hoje as pessoas não sabem que a função da máquina é só uma: substituir o homem.

E o que me preocupa é perceber que, desconhecendo essa função básica da máquina, as pessoas não acordem para essa realidade. E não se preocupem em se preparar para uma realidade que está muito próxima.

Então, assista ao vídeo ou continue lendo logo abaixo.

Com o advento da revolução industrial, e isso já tem muito tempo, várias pessoas perderam o emprego.

Na agricultura, por exemplo, uma colheitadeira substituiu dezenas, centenas, milhares de pessoas, pois não era mais preciso contar com tantos empregados. Bastava uma pessoa para saber conduzir a colheitadeira, ou no máximo duas, para o caso de se revezarem em turnos.

Mas o que é uma colheitadeira diante das máquinas que surgiram depois, e que estão surgindo, e que irão surgir?

E o objetivo, sabe qual é? Continua sendo o mesmo: substituir o homem.

O poder das máquinas é descomunal

Só que as máquinas que vieram depois são muito mais poderosas, e parece que até hoje muita gente não percebe que é preciso acordar para essa realidade.

No caso da agricultura, por exemplo, já que citamos a colheitadeira, estão sendo desenvolvidas máquinas para serem conduzidas com a ajuda de um simples tablet. Sem necessidade de um operador, os chamados tratores autônomos serão acionados para percorrer sozinhos áreas pré-mapeadas. Não será mais um condutor para cada máquina, mas apenas um operador comandando várias máquinas ao mesmo tempo, sem precisar sair do seu escritório.

Uma das limitações até há pouco tempo era exatamente que as máquinas eram dirigidas pelo homem, como no caso das colheitadeiras, por fazerem o trabalho mecanicamente, mas sem possuírem inteligência.

Aí as coisas foram se desdobrando e hoje existe a chamada inteligência artificial, que infelizmente ainda convive com a burrice natural, pois basta percorrer as redes sociais para perceber que as duas passaram a conviver. Intimamente.

Mas o mundo não para de se transformar. E agora as máquinas não são tão simples. São computadores, robôs, alta tecnologia, cujo objetivo continua sendo o mesmo: substituir o homem.

E cada vez com mais poder.

Você vai ter que correr atrás

Já não é de hoje que o piloto pode afastar-se e deixar a direção do avião por conta do piloto automático. Isso já existe há muito tempo.

Já são possíveis inclusive pousos de aeronaves modernas que são feitos com a ajuda de instrumentos, diminuindo o risco de acidentes em caso de pouca visibilidade por mau tempo. E muita coisa, pode ter certeza, virá aí pela frente.

Como já está acontecendo, por exemplo, com os automóveis, devido ao desenvolvimento de sofisticadas tecnologias que irão substituir o motorista ao volante. Ou seja: não será mais preciso dirigir um carro. Ele irá se dirigir sozinho.

Eu sei que, ao tomar conhecimento de algumas tecnologias que estão sendo desenvolvidas, fica até difícil de acreditar.

Mas elas são reais.

Os loucos de agora

Quem tem mais de 50 ou de 60 anos viveu uma época em que, para se dar um telefonema para outra cidade ou para outro estado era preciso falar com a telefonista para que ela fizesse a ligação e nos retornasse, o que às vezes demorava o dia inteiro, dependendo da distância. Você ligava pela manhã e a telefonista te retornava à noite.

Imagine se naquela época alguém falasse que haveria uma máquina chamada celular, com a qual podemos falar de um país a outro, sem fio, e  sem precisar de ajuda, só pressionando teclas?

Seria chamado de louco, não é mesmo?

Mas hoje os loucos são outros. Os loucos não são os que duvidam, e sim os que acreditam. Porque muita gente não acredita neles.

Só que os verdadeiros loucos são os que ainda fazem um curso para uma profissão que será extinta tão logo eles concluam o curso, ou antes disso. Ou mesmo os que pretendem iniciar um curso para algo que na verdade já está em extinção.

Os loucos são os que não acreditam que a tecnologia acelera o tempo, porque, a cada nova invenção, é preciso menos tempo para que surja a próxima.

O louco é o sujeito que se comporta como se nada disso fosse existir. Ou que usa os parâmetros de hoje para se programar para o amanhã, ou que nem sequer se programa.

Aquele refrão do sambista – “deixa a vida me levar” – pode ser muito poético e bonito quando é cantado.

Mas quem deixar a vida ir levando sem se programar para os dias que virão pode nem chegar à praia.

E o que fazer com os conflitos?

Imagine agora o que é o mundo. Ricos cada vez mais ricos e pobres cada vez mais pobres.

Enquanto uma família de ricos tem no máximo um filho ou dois, um pobre tem oito, nove ou dez. Está bem. Tem uns que tem três, quatro ou cinco filhos. Ou seis. Mas a diferença ainda é grande.

Fala-se que existe um grande complô de poderosos para que a população seja dizimada de modo que o mundo fique só para eles.

Pode ser que pensem que é paranoia, mas os que pensam assim não imaginam que existem muito mais coisas programadas do que se possa acreditar.

Reduzir boa parte da medicina à simples prescrição de remédios não ocorreu por simples acaso. E os efeitos colaterais não são um simples acaso das possíveis consequências de um remédio.

Não queremos que você se assuste

Eu sei que você pode estar pensando que eu quero te assustar, ou que eu sou louco.

Mas eu te pergunto: as invenções, as tecnologias altamente sofisticadas terão o objetivo ou a finalidade de equacionar os conflitos sociais? As camadas miseráveis da população terão acesso a toda essa modernidade? Mais objetivamente: essas modernidades serão oferecidas ou colocadas à disposição dos miseráveis?

Eu costumo dizer que de nada adianta nos pronunciarmos sobre se somos a favor ou contra isso que está vindo por aí.

São louváveis as invenções, as máquinas, os computadores que são criados para melhorar a vida desse tal de ser humano, que tantas vezes maltrata aqueles a quem chamamos de irracionais.

Mas o problema é que a função da máquina continua sendo a mesma: substituir o homem.

E se você não acordar para isso, agora, não terá a menor chance de acordar depois. Ou terá motivos de sobra para perder o sono

About Gerson Menezes

Gerson Menezes é jornalista, escritor e empresário. Possui uma extensa rede de sites e três canais no YouTube. Em sua carreira profissional ministrou aulas como professor universitário durante 10 anos e atualmente se dedica à atividade de empreendedor digital. Em sua atuação em jornais, revistas, assessorias de comunicação, emissoras de rádio, livros publicados, artigos na internet, já produziu mais de 15 mil textos. Parte dessa produção está em seu site pessoal, no endereço http://www.gersonmenezes.com.br (Acesse em PC/notebook. Não acessível em dispositivos móveis por conter abertura em flash). Essa produção permanece em ritmo acelerado, pois há novos textos de sua Autoria sendo continuamente publicados em blogs de artigos e em sua rede de sites, direcionados a vários nichos de mercado. É também proprietário da empresa Texto e Vídeo Produções. Seu mais novo endereço na internet engloba toda a sua rede e abrange os segmentos de Educação, Motivação, Dinheiro, Saúde, Relacionamento, Mulher, Audiovisual e Turismo. Visite: https://www.pegseuebook.com.br

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